Às vezes, podemos estar tão preocupados com nossa performance sexual que, ao invés de simplesmente partir para a curtição, acabamos encarando o sexo como uma tarefa que precisa atingir determinados resultados.
Encontros em Cucujães, encontros em Caldelas, encontros em Ferreira.(Espaço reservado para você colocar sua opinião.Aí, não tem jeito: quando sexo vira obrigação, o caminho para a broxada é quase certo.Quanto maior o medo de broxar, maior a probabilidade de broxar.Neste caso, seu parceiro pode ter sido sincero ao dizer que estava fazendo planos, mas infelizmente seu medo superou seu amor, sua contração foi maior que sua abertura.Crédito da imagem: Mohamed Buwe Osman.Foi aí que comecei a trair.O que está me impedindo de declarar meu amor a tudo e a todos e mergulhar na vida?Já não falo no facto de o meu marido me tratar como se nem existisse, falo mesmo da monotonia de viver sempre o mesmo, ser ignorada e desvalorizada.Se o cheiro for muito forte, a coisa pode não rolar!É como se a gente ficasse o tempo todo repetindo para nós mesmos: não posso falhar, não posso falhar.Como diz o Charlie, da série.Site Encontros, Relacionamento e Amizade, crie já o seu perfil.Por isso, meninas, cuidem muito bem de seus pezinhos.Do mesmo modo que não sabemos de onde a conexão vem, não vamos sequer notar seu gradual desaparecimento.Joanete, olho de peixe, unha encravada são coisas que, realmente, chamam negativamente a atenção.Então o pensamento de algumas mulheres passa a ser algo como: o coitadinho é tão sensível, apaixonado, fiel, bonzinho e tem uma mulher ruim, que não o merece, ele aguenta tanta coisa com certeza eu sou sexo namoro suíça melhor que ela.
Ninguém fica em um relacionamento péssimo se ainda não amar a outra pessoa, pois se nada de bom restou, o único sentido em continuar é se existir amor e/ou esperança que a situação melhore.
Para a mulher não há muito o que fazer, pois este homem terá de bater muita cabeça até se livrar da necessidade de auto-afirmação ou até aumentar a dificuldade de seu desafio.



Somos co-autores (não vítimas) de tudo o que nos acontece.


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