procuro um amante poema

Então, nada de peninha sem razão de ser!
No mar das perplexidades e, com paciência, fisgará alguma resposta, ou não.
O maior defensor do ponto de exclamação no jornalismo brasileiro (sobretudo nas manchetes!) e na língua portuguesa foi o teatrólogo Nelson Rodrigues.Usava 10, no máximo 12 exclamações a cada 30, 40 pontuações que redes sociais gratuitas para namoro fazia, sem nenhum critério lógico de linguagem!Só em Deus ela pode encontrar satisfação.Por isso, Cecília pode até prescindir do ponto de exclamação, mesmo ao defender com veemência as suas convicções: Eu acho sempre muita graça nas pessoas que fazem certas críticas à Escola Nova, absolutamente como se a conhecessem, e com uma ingênua esperança de a poderem.O mesmo verbete no, manual do jornal, folha de ulo, 2 disponível na web, praticamente expulsa das suas redações o pobre sinal, e explica por quê: Quase sempre desnecessário no texto jornalístico.Mas é procuro parceiro estável em panama preciso olhar atentamente.Como desapaixonada, em contrapartida, jamais se comportaria Fanny Abramovich numa circunstância semelhante.Mesmo em jornais mais sérios, esse recurso aparece, ainda que com maior parcimônia do que nos menos sérios.Seria queimado em praça pública, sorrindo, enigmático, sua alma subindo aos céus, e uma frase nos lábios: santa erudição.Cometa exclamativo, anunciando imensíssima ( magno valde ) alegria: Já o escritor gaúcho e acadêmico Moacyr Scliar, para quem o ponto de exclamação é usado por aqueles que gritam com ou sem razão (os retóricos, os demagogos e os fanáticos compara-o com uma espécie.O ato de publicar uma notícia e de desprezar outra é tudo menos um ato neutro.Então não há o que dizer: não adianta você querer escolher grandes temas; é o grande tema que escolhe, isso é um lugar-comum, todo autor fala disso, mas realmente é assim: você é escolhido.Através desse modelo, a linguagem jornalística começou a adquirir uma sistematização interna, e o jornalismo obteve uma certa dose de autonomização, se transformando numa comunidade discursiva própria.82 Daniel, que até que gosta de boneco de barro, de enfeite, acha chatíssimo é boneco de palha; muito do bobo é ficar brincando de papai e mamãe, e raiva tem é de facas, que dá é pavor!On writing well: an informal guide to writing nonfiction.E que ardentias no mar!A Primeira Guerra Mundial deixara patente a fragilidade dos ídolos e valores herdados do século XIX, que não puderam deter o genocídio.Rubem Alves descobre, então, como explicar Martin Buber, como explicar a certeza de que a natureza é sagrada, e de como, na relação eu-tu, o tu pode ser transformado em objeto.
Scott Fitzgerald a jovens escritores: Elimine todos esses pontos de exclamação.
Ela odiava o ipê porque suas flores sujavam o chão!




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