Tanto a procurando sexo sicília codificação como a decodificação da mensagem estão profundamente condicionadas pelo contexto e pelo sistema de valores dos intercomunicadores.
É a forma menos madura de aprender os valores e é educativa só superficialmente.
Nesta terceira parte dizia consideramos a forma de transmitir, intacto e vivo, a mensagem do Evangelho para que seja acolhido pelos jovens e seja capaz de gerar processos de conversão, entusiasmando-os na tarefa que hoje lhes propomos: construir a Civilização do Amor.
Neste sentido, o discernimento espiritual pode ser um bom instrumento para realizar o projeto de vida em que cada pessoa se sente chamada por Deus.No começo está a mãe, logo o pai, em seguida a família, os companheiros de brincadeiras, a escola, a turma, os amigos, os colegas de trabalho, o grupo mais amplo.Lucas diz que crescia em sabedoria, em idade em graça diante de Deus e dos homens (Lc 2,52).Pessoas que vale a redundância!A pastoral vocacional parte da situação mesma do jovem, aproxima-se dele com uma atitude de respeito a sua dignidade pessoal, oferece-lhe elementos de discernimento e o acompanha no processo de resposta dinâmica que vai durar toda a vida.Ainda que a proposta tenha sido feita anteriormente.Supõe ver as referências históricas, sociais, culturais e religiosas dos integrantes do grupo, os processos vividos e as relações interpessoais.Entender é um ponto de chegada para as perguntas que surgem da experiência e é, ao mesmo tempo, um ponto de partida para a reflexão que busca a verificação, isto é, a certificação de que se entendeu corretamente.Ao pôr-se nessa situação, a pessoa se pergunta com que sinceridade julga sobre a coisa em questão.No diálogo espiritual, o acompanhante deve tratar de decodificar a mensagem, quer dizer, deve ajudar ao acompanhado a discernir as inspirações do Espírito e facilitar-lhe o domínio de um vocabulário psicológico, cultural e teológico para melhorar a qualidade da comunicação.Seu lugar de discernimento foi o deserto, onde experimentou a tentação de seguir caminhos fáceis.
As comunidades devem saber que os jovens necessitam processos de integração, devem dar-lhes testemunhos de coerência pastoral e estarem abertos a eles, não para usá-los primeiro e logo abandoná-los, e sim para ajudá-los a integrarem-se e participar.


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